anônimos
é quase sempre úmida a parede deste silêncio à vertigem impiedosa o pequeno amor perdido sob o azul que se conserva dentro dos olhos, você: você que se move profusamente você que é quase sempre úmido úmido colher desta pedra o mundo devolver o sono à noite sobreviver ao que não existe.



coisa mais difícil que há: sobreviver ao que não existe