princípio
eu o mapa um salto coluna pontiaguda que serpeia à noite acima dos telhados no chão um útero que apara suicídios vários fins desconheço o meio o fio a nervura de toda pausa só cuido para que meus olhos não ressequem.
eu o mapa um salto coluna pontiaguda que serpeia à noite acima dos telhados no chão um útero que apara suicídios vários fins desconheço o meio o fio a nervura de toda pausa só cuido para que meus olhos não ressequem.
Lindo!!
Poemas sempre maravilhosos, Priscila!
Esse me tocou demais, obrigada!