sonho
um poema
última pétala de junho descanso para recompor os pés soltar os dedos nos fios perdidos pelos que seguem o suor escorre transpassa engorda a madeira azulejos espelhos manchados alinhados enfeites azuis emputecem o teto da sala inspiro expiro espanto com um beijo a mudez do poema na cozinha descamo cores lágrimas espinhos lavo frutas da época.





uau!
Priscila, gosto muito da sua escrita!
Você tem uma poética delicada.
Parabéns!